Levantei cedo, chovendo, e pensei: não haverá procissão de Corpus Christi. Preparei o café, a esposa levantou para cuidar da mãe (vivendo com intensidade o Ano da caridade) e continuei meu texto sobre o Documento n° 100 da CNBB, que fala sobre Comunidade de Comunidades. A esposa saiu e fiquei acompanhando pela janela, olhando o movimento na paróquia. Nada via, só um vazio. Algo bateu em meu ouvido. Vai lá, algo bom vai acontecer. E fui.

Na paróquia, povo animado, preparando a saída, me deram uma faixa para carregar: “Grupo Pão da Vida”. E foi a procissão, se arrastando que nem cobra pelo chão, as pessoas cantando, rezando. Enfim, uma boa caminhada até o retorno a Igreja de São Francisco Xavier.

Na Santa Missa, padre José Li não deixou de mencionar sobre a bênção, pois no momento da homilia, voltou a chover forte. A chuva parou para a procissão, choveu, sim, uma “chuva de graças”. Bênção de Deus àqueles que arduamente se dedicaram a montagem dos tapetes. Depois, o padre mencionou na homilia, que também olhou para o céu e falou com São Pedro e São Francisco Xavier, tudo estava previsto.

Foi uma linda celebração. Igreja lotada para a celebração do Padre José Li e concelebração do Padre Jorge Luiz Palmeira, na certeza da promessa de Jesus: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele, diz o Senhor”.

Parabéns a todos! Feliz por ter participado de mais esta solenidade de Corpus Christi.

Foto: Kátia Regina (via facebook)