Na Carta de Paulo Rm 1,16-32, quero destacar o versículo 23: “trocaram a glória do Deus incorruptível por imagens que representam o homem corruptível”. Aqui, Paulo fala aos Gentios, que conheceram a Deus, mas não o reconheceram, daí resulta, que ao cultuarem a Deus, fizeram de forma distinta, com práticas politeístas e de idolatria.

Hoje, em nossa sociedade, convivemos com cultos idolátricos, onde se colocam no lugar de Deus, outras realidades, passando o objeto de adoração, a ser o próprio homem. Consequentemente, se perde a fé, nega-se a Deus e afirma-se o homem, que virá a se escravizar por submeter-se ao dinheiro, ao poder, a sensualidade.

Convivemos neste mundo e experimentamos constantemente tais situações, mesmo que pereçamos em tais práticas, vale a experiência de Deus, que é vida e ultrapassa estas potencialidades provenientes do mal. Não devo me culpar, mas fazer uma revisão de vida discernindo em meu interior estes dois componentes inseparáveis: o sentido do pecado, que me afeta e a experiência de salvação, que me liberta. A decisão é sua… Mas, sugiro, escolhe, pois, a vida.